sábado, 8 de agosto de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
sábado, 13 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
domingo, 7 de junho de 2015
“Claustro Materno”
Pela pluralidade das existências,
Senti-me na eminência,
De ao mundo retornar.
Mas as portas se fecharam,
Os tempos rápidos passaram,
E eu não consegui reencarnar.
Onde estás, oh, mãe querida!
Que deste lado da vida,
Um corpo me prometeste dar.
Por que foges da responsabilidade,
Procurando o caminho da vaidade,
E a mim fostes negar?
Hoje, eu choro a triste dor,
Ao ver os erros que praticaste,
Sei que no futuro sofrerás graves desastres,
Por isso eu choro, choro por teu amor!
Um Abortado
sábado, 6 de junho de 2015
"Os “nãos” que as vidas das minha vida, em suas idas e vindas, disseram, nem mesmo chegaram a machucar-me a alma. Sou a suficiência plena da simplicidade e da calma. Minha alma é leve e releva a gravitação da gravidade do mundo.
Ser poeira de estrela é ser pouco, rarefeita, imperfeita reestruturação de moléculas. Mas concedi à minha imperfeição a feição de obra prima e decidi amar-me acima da poesia de todas as coisas.
Saiba, é segredo, mas toda noite visito o firmamento, minha antiga morada, e ali consigo nutrir-me de alegria. Trata-se de um sítio sagrado, solo enluarado que pode ser cultivado sem sol e arado de sonho. Foi nesse outro mundo, (sei que não te lembras) que te conheci." NARA RÚBIA
quinta-feira, 4 de junho de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
domingo, 31 de maio de 2015
sexta-feira, 29 de maio de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
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