domingo, 7 de junho de 2015

“Claustro Materno” Pela pluralidade das existências, Senti-me na eminência, De ao mundo retornar. Mas as portas se fecharam, Os tempos rápidos passaram, E eu não consegui reencarnar. Onde estás, oh, mãe querida! Que deste lado da vida, Um corpo me prometeste dar. Por que foges da responsabilidade, Procurando o caminho da vaidade, E a mim fostes negar? Hoje, eu choro a triste dor, Ao ver os erros que praticaste, Sei que no futuro sofrerás graves desastres, Por isso eu choro, choro por teu amor! Um Abortado

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